Innnntão que está tudo bem no reino germânico. Aliás estamos na contagem regressiva para nossa ida ao Brasil, mas ainda faltam uns 40 dias...
Ontem levei um belo tombo na rua e não pude buscar Pitico na escolinha. Nada de mais, apenas escorreguei em uma das mil folhas de outono espalhadas pela cidade. O problema é que estava chovendo, e eu fiquei toda enlameada (se é que é assim que se escreve). Mozão, innntão foi pronto para escolinha buscar nossa cria.
Quase tive um ataque quando vi Pitico no colo do pai, todo choroso, e Mozão me diz: dá uma olhada na bochecha direita. Pum, uma mordida. Mozão, puto como raramente vejo, explica que foi um dos meninos da turma das crianças maiores. Mozão ainda enfatiza que reclamou, falou com a professora, etc....
Coração de mãe e sexto sentido são algo que juntos fazem um estrago danado. Perguntei na hora sobre o terrorista do outro episódio, se ele ainda estava lá, o qual Mozão respondeu que estava saindo com o pai. E emendou, “muito folgado este povo, sei lá, meio largado demais”.
Hoje pela manhã reforcei nossa decepção com a diretora, pedagoga e professoras de plantão. Se fosse no Brasil trocava fácil de escola, aqui, com este sistema louco, só em agosto de 2011 e se houver vagas nas escolas que nos inscrevemos. Sinto-me totalmente impotente.
Sinto vontade de chegar nos pais desta criança e soltar o verbo, porém ninguém da escola quis me confirmar se realmente foi o terrorista, pois claro, sabem que eu poderia ir na fonte e criar confusão.
Agora me digam, seria possível que crianças de 2 anos sejam capazes de começar o famoso Bullying?
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
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